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Certa vez, um grupo de estudantes questionou Warren Buffett, o maior investidor da atualidade, por que apesar de muitos conhecerem o seu método de investimento, tão poucos conseguiram replicar o seu sucesso na prática? A sua resposta foi simples e direta: a razão para isso tem tudo a ver com o temperamento do investidor.

Quem nunca vendeu ou comprou na hora errada na Bolsa de Valores por pura euforia e medo? Independente do perfil de cada investidor, a falta de controle emocional pode interferir diretamente nos resultados e o que era pra ser uma grande estratégia de obter lucro, acaba se tornando em frustração.

Inteligência Emocional

Inteligência emocional é a forma com que as pessoas conseguem gerenciar suas emoções, de modo a garantir o sucesso de esforços pessoais e profissionais. Muitas vezes, ter inteligência emocional chega a ser mais importante que o conceito clássico de inteligência (Q.I.), associado somente à razão.

Por meio de uma boa gestão de sentimentos, impulsos, vontades e objetivos, sejam eles nossos ou de outros profissionais com quem trabalhamos, é possível atingir resultados mais satisfatórios no dia a dia, inclusive no momento do investimento.

Além da técnica, experiência e vasto conhecimento sobre o mercado, a inteligência emocional é outro fator fundamental para quem quer conseguir bons resultados em operações na bolsa, ainda mais para os amantes do trader, seja o day ou swing (operações de compra e venda de ações no curtíssimo prazo).

Como desenvolver Inteligência Emocional

● Observe e analise seu próprio comportamento;

● Domine suas emoções (respiração, meditação, etc);

● Não tome decisões no calor do momento;

● Aprenda a trabalhar as emoções negativas;

● Aprenda a lidar com a pressão;

● Coloque em prática a resiliência;

● Formule uma “resposta” em vez de “reagir”;

● Conheça os seus limites.

 
 

Sempre que o assunto é investimento, as pessoas costumam ficar confusas no processo. Como investir? Preciso ir no banco? Falar com meu gerente? E quando ouvem falar de corretora de valores já acham tudo estranho demais e preferem deixar o dinheiro na poupança mesmo, que é mais “seguro” na visão delas. No texto de hoje vamos explicar o mais fundamental: o papel de uma corretora de valores. Fique com a gente!

O que é

Corretoras de valores são instituições financeiras voltadas para investimentos. Você abre sua conta em uma corretora como faz em um banco, mas para fins bem diferentes: uma corretora não oferece empréstimos, financiamentos, cartões de créditos ou pagamentos e, sim, opções para aplicar seu dinheiro e fazê-lo render.

É como se você estivesse em um supermercado e no lugar dos produtos você tem várias opções de investimentos para escolher. Renda fixa, ações, fundos imobiliários, opções… a lista é grande! E o investimento certo vai depender do objetivo e perfil de cada um.

Papel da Corretora de Valores

O principal papel de uma corretora é atuar como intermediária na compra e venda de ativos financeiros. Elas são instituições autorizadas a atuar como uma ponte de ligação entre os investidores e a Bolsa de Valores na compra e venda de ações, mas também podem oferecer títulos públicos federais (negociados por meio do programa do Tesouro Direto) e títulos de crédito privados (como CDBs, LCIs, LCAs e debêntures, entre outros), cotas de fundos de investimento e várias outras opções.

Segurança

As corretoras de valores precisam de uma autorização do Banco Central (BACEN) para atuarem. O BACEN e outras entidades, como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) — autarquia ligada ao Ministério da Fazenda que regulamenta e disciplina o mercado de ações — e a B3 — empresa resultante da união entre a BM&FBOVESPA e a Cetip — supervisionam a atuação dessas instituições financeiras.

É importante salientar que se a corretora falir ou deixar de operar no mercado, os ativos continuam como parte do patrimônio do investidor. Em situações como essa, é preciso solicitar a transferência dos títulos para outra corretora, procedimento que também serve para clientes insatisfeitos com a atual corretora que faz a intermediação dos seus investimentos.

 
 

Além das ações, existem alguns investimentos no mercado que, dependendo do objetivo pessoal de cada um, podem ser uma grande alternativa para quem não deseja sair tanto da zona de conforto. Uma dessas possibilidades são os fundos imobiliários - FII, espécies de “condomínios” de investidores, que reúnem seus recursos para que sejam aplicados em conjunto no mercado imobiliário.

A dinâmica mais tradicional é que o dinheiro seja usado na construção ou na aquisição de imóveis, que depois sejam locados ou arrendados. Os ganhos obtidos com essas operações são divididos entre os participantes, na proporção em que cada um aplicou. Ao invés do investidor comprar um imóvel e ter um rentabilidade com este, ele pode optar pelo fundo imobiliário, que permite lucro sem tanta burocracia.

Vantagens

● Por meio do home broker o investidor negocia as suas cotas sem se preocupar com burocracia e os cuidados de um imóvel;

● As cotas são negociadas em Bolsa, reduzindo o risco de não conseguir vender o ativo, além de ser livre de complicações burocráticas;

● Com aplicações de baixo valor, você já tem acesso a diferentes tipos de imóveis em vários segmentos do setor (shopping, hospital, faculdade, etc), permitindo maior diversificação do seu investimento;

● Para pessoas físicas não há incidência de IR sobre o rendimento distribuído pelo fundo, o que aumenta o retorno do investimento;

● O FII investe, normalmente, em grandes empreendimentos, o que leva à diversificação de inquilinos e minimiza o risco de fortes oscilações na distribuição de rendimentos;

● Com FIIs você pode contar com a gestão ativa, que visa extrair o maior valor do portfólio de imóveis, por meio da procura constante de inquilinos ou mesmo da reciclagem dos ativos.

Vale a pena investir?

Considerando que o potencial de valorização desse tipo de investimento é maior que as aplicações de renda fixa e tem volatilidade menor que a das ações, então sim, vale a pena investir. No entanto, por conta da pandemia, alguns setores foram desvalorizados enquanto outros tiveram uma valorização considerável. Um dos setores que cresceu bastante, por conta da queda da taxa SELIC e a possibilidade de crédito com juros mais baixos, foi o imobiliário. Recomenda-se que antes de optar pelos FII, seja feita uma análise do contexto e do mercado para queas chances de rentabilidade aumentem.

 
 
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