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O Tesouro Direto é um título público de renda fixa. Ele é emitido pelo Tesouro Nacional, que é um órgão do governo federal junto com a Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Assim, qualquer pessoa pode "emprestar" dinheiro para o governo através do investimento em um título do Tesouro Direto. A remuneração pode ser pré-fixada, pós-fixada ou híbrida.

O Tesouro Direto conta com títulos atrelados à inflação e à taxa básica de juros, a Taxa Selic, além de opções com rendimento prefixado, definido por um indicador acordado em contrato. Nesse sentido, com a Selic a níveis cada vez menores e a inflação controlada, a rentabilidade do Tesouro Direto é menor do que já foi há alguns anos.

É válido lembrar que a taxa básica está em 2% e por conta disso é preciso observar com mais cuidado se vale a pena investir. No texto de hoje, vamos te contar quando compensa investir no Tesouro Direto. Fique com a gente!

Quando investir

O Tesouro Direto é uma boa oportunidade para quem está começando a se aventurar no mundo dos investimentos. Com o perfil conservador, o investidor não precisa se preocupar com a possibilidade de perder seu dinheiro, já que ela é quase nula.

Além disso, o Tesouro Direto serve para uma parte muito importante do orçamento: a reserva de emergência. Ao deixar o dinheiro reservado em determinada aplicação financeira para cobrir despesas ou situações financeiras inesperadas, o indivíduo tem a liquidez necessária para cobrir determinada despesa extraordinária no seu fluxo de caixa pessoal.

Por isso, nessas duas situações citadas acima, é interessante que o Tesouro Direto seja usado. Caso contrário, em outras ocasiões, podem existir investimentos melhores e com maior rentabilidade. Como aprender a investir A FGI te apresenta o MBA Banking e Mercado de Capitais, uma pós-graduação completa para você que quer aprender tudo sobre investimentos, gestão bancária e ainda conta com preparatórios ANBIMA (CPA 10, CPA 20 e CEA).

 
 

Se você acompanha as notícias sobre o mercado financeiro, provavelmente já ouviu falar sobre investimentos em Dólar Futuro. Afinal, essa é uma modalidade relativamente popular de aplicação em Renda Variável. No texto de hoje, vamos explicar melhor sobre esse tema tão necessário dado ao cenário econômico no Brasil hoje.

O que é

Um contrato de Dólar Futuro é uma das melhores maneiras de se investir no mercado de câmbio no Brasil. Trata-se de um acordo de compra e venda da moeda estrangeira por um preço e em uma data futura previamente estabelecidos.

Ambas as partes da negociação, tanto de compra ou de venda, projetam um valor futuro daquele ativo para a operação.

Quem “fez o melhor negócio” vai depender da oscilação da cotação do dólar da data em que o acordo foi firmado até o dia da sua execução. Se a cotação do dólar subir, então quem compra tem a vantagem, pois receberá o ajuste da valorização do ativo. Já se a cotação cair, quem vende é que se sai melhor, pois também receberá o ajuste do valor que receberia caso recomprasse o ativo a um preço mais barato do que vendeu.

Em resumo, é um contrato de compra e venda de um determinada quantidade de dólares em um preço e datas definidos. Quem compra, acredita que esse ativo irá se valorizar no futuro; quem vende, acredita que esse ativo vai se desvalorizar no futuro.

Como funciona

Um contrato de Dólar Futuro é dividido em dois grandes grupos. O primeiro deles é o contrato cheio.

Nessa modalidade, o investidor compra um contrato de dólar cheio, em que cada um representa uma movimentação de US$50.000,00. Um lote mínimo de cinco contratos, no entanto, é o padrão desse tipo de investimento. Isso significa, portanto, que para investir em contratos cheios é necessário movimentar U$250.000,00.

Já a outra modalidade é o Minidólar, também chamado de Minicontrato de Dólar. Nesse caso, a pessoa pode investir em apenas 20% de um contrato cheio, sem lote mínimo obrigatório. Logo, cada minicontrato vale U$10.000,00.

Depois de comprado, o contrato ou minicontrato pode ser vendido para outra pessoa ou segurado pelo investidor. Quando chega a sua data de vencimento (1º dia útil do mês), ele é executado automaticamente pela Bolsa de Valores.

A data de vencimento de um contrato de Dólar Futuro está indicada na nomenclatura que o identifica. Todo contrato cheio é denominado pela sigla DOL. Já um minicontrato recebe a sigla WDO.

Além dessas siglas, a nomenclatura vem acompanhada por uma letra que corresponde ao mês de vencimento do contrato. A ordem é a seguinte:

● F: janeiro;

● G: fevereiro;

● H: março;

● J: abril;

● K: maio;

● M: junho;

● N: julho;

● Q: agosto;

● U: setembro;

● V: outubro;

● X: novembro;

● Z: dezembro.

Além da letra do mês, a nomenclatura do contrato ainda vem com dois números referentes ao seu ano de vencimento. Portanto, a nomenclatura DOLK21 indica um contrato cheio, com vencimento em maio de 2021. Já um WDOZ22 é um Minicontrato de Dólar com vencimento em dezembro de 2022.

É válido lembrar que esse tipo de investimento abrange as pessoas com perfil agressivo, ou seja, aquelas que estão dispostas a perder e a encarar os riscos da renda variável. Por isso, antes de investir pensando apenas no possível lucro, estude o mercado a e avance o seu perfil de investidor aos poucos.

 
 


As bolsas de valores são responsáveis por gerir a venda e compra de ações de empresas que possuem capital aberto. Elas constituem o principal mercado de negociação dos capitais abertos e outros produtos do meio financeiro. Existem muitas delas ao redor do mundo, cada uma representando seu país. NYSE e NASDAQ têm localização em Nova York, TSE Tokyo e LSE em Londres. No texto de hoje, vamos falar da B3, a Bolsa de Valores Brasileira.

B3

A Brasil, Bolsa e Balcão (B3) é a maior e mais famosa Bolsa de Valores brasileira. Sua sede é em São Paulo (SP), mas ela conta com unidades no Rio de Janeiro (RJ) e em Barueri (SP), além de ter escritórios de representação em Xangai (China) e em Londres (Inglaterra).

Além da Cetip, uma instituição de custódia de títulos públicos e privados. A empresa fornece serviços criação e administração de sistema de negociação, compensação, liquidação, depósitos e registros para diferentes classes de ativos.

Na bolsa de valores é possível negociar desde ações até ativos complexos, como os derivativos. Também é possível negociar moedas estrangeiras e commodities relacionadas ao agronegócio, tais como: milho, soja e café.

Histórico

A B3 foi criada em 22 de março de 2017, após a fusão da Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos (Cetip) com a Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&F Bovespa). Até então, essas eram as duas principais instituições do setor no país.

Essa junção fez a a B3 conquistar a 5ª posição, em valor de mercado, entre as maiores Bolsas do mundo. Além disso, permitiu combinar os pontos fortes de ambas as companhias. A BM&FBovespa era uma referência na negociação de ativos e derivativos, enquanto a Cetip era a líder em custódia e em sistemas de registros, especialmente de renda fixa.

Presença das empresas

Até final de 2017, A B3 tinha aproximadamente 344 empresas listadas em seu banco de dados. Essas empresas são divididas em diversos setores, tais como:

● Bens Industriais;

● Consumo Cíclico;

● Consumo não Cíclico;

● Financeiro e Outros;

● Materiais Básicos;

● Petróleo, Gás e Biocombustíveis;

● Saúde;

● Tecnologia da Informação;

● Telecomunicações;

● Utilidade Pública.

 
 
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