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LCI e CDB são investimentos de renda fixa que podem ser ideais para objetivos de curto e médio prazo, especialmente para investidores conservadores. Mas qual deles escolher? No texto de hoje, vamos falar mais sobre cada um deles e fazer um comparativo para que você possa decidir em qual investir. Continue com a gente!


O CDB é o Certificado de Depósito Bancário. Ele é um título privado emitido pelas instituições financeiras, representando um empréstimo. A taxa de rentabilidade do CDB pode ser pré-fixada, pós-fixada ou híbrida. A lógica é a mesma que para os títulos públicos.


Os mais populares são os pós-fixados, principalmente os atrelados ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Os títulos privados híbridos costumam ter rentabilidade indexada ao IPCA. Neste caso, funcionam como o Tesouro IPCA+. Esse investimento é recomendado para médio e longo prazo. A venda antecipada pode acarretar em perdas para o investidor.


Já o LCI, Letra de Crédito Imobiliário, é um título de renda fixa emitido por instituições financeiras com o objetivo de financiar o setor imobiliário. Isto quer dizer que, ao comprar este título, você estará emprestando o seu dinheiro ao banco, que vai utilizá-lo para financiar imóveis, ou então, finalizar uma construção ou reformas. Assim como todo empréstimo tem um prazo pré-determinado, no vencimento da LCI você recebe o seu dinheiro de volta, acrescido de uma taxa de juros.


A LCI possui ainda a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), uma instituição sem fins lucrativos que garante o recebimento do dinheiro investido caso o emissor do título venha à falência. No entanto, a garantia é de até R$250 mil por CPF e por conglomerado financeiro.


Ao comparar os dois investimentos, é possível concluir que o CDB é mais indicado para valores menores e maior liquidez. Por isso, é interessante para quem tem pouco dinheiro para investir. A LCI, por outro lado, é ideal para quem tem uma quantia maior e quer potencializar o retorno.





Estar na dúvida entre CDB ou Tesouro Direto é normal e acontece com todo mundo que está iniciando neste mundo, mas é bom saber que ambos são investimentos tão seguros quanto a poupança. No entanto, como a poupança rende cada vez menos, muitas pessoas estão migrando dela em busca de investimentos mais rentáveis e tão seguros quanto. Mas qual deles escolher? Qual se encaixa mais com os seus objetivos? No texto de hoje, vamos falar mais a respeito.


O Tesouro Direto é um título público de renda fixa. Ele é emitido pelo Tesouro Nacional, que é um órgão do governo federal junto com a Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Assim, qualquer pessoa pode "emprestar" dinheiro para o governo através do investimento em um título do Tesouro Direto e recuperá-lo no momento preferível com uma taxa de juros sobre esse empréstimo. Em termos mais curtos, é como se você fosse o banco e o governo fosse seu cliente.


Essa remuneração pode ser pré fixada, pós-fixada ou híbrida. Conta, ainda, com títulos atrelados à inflação e à taxa básica de juros, a Taxa Selic, além de opções com rendimento prefixado, definido por um indicador acordado em contrato. Portanto, o Tesouro Direto se apresenta como uma forma de investimento mais versátil, que varia de acordo com o perfil mais conservador e com maiores retornos.


Já o CDB é o Certificado de Depósito Bancário. Ele é um título privado emitido pelas instituições financeiras, representando um empréstimo. A taxa de rentabilidade do CDB pode ser pré-fixada, pós-fixada ou híbrida. A lógica é a mesma que para os títulos públicos. Os mais populares são os pós-fixados, principalmente os atrelados ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Os títulos privados híbridos costumam ter rentabilidade indexada ao IPCA. Neste caso, funcionam como o Tesouro IPCA+. Esse investimento é recomendado para médio e longo prazo. A venda antecipada pode acarretar em perdas para o investidor.


Na hora de escolher qual investimento fará parte da sua carteira, entre títulos negociados no Tesouro Direto ou CDB, é preciso considerar características como segurança, liquidez e rentabilidade. Embora eles sejam parecidos em alguns pontos, há distinções consideráveis. Em termos de segurança, os títulos do Tesouro são garantidos pelo Governo e o certificado de depósito bancário é garantido de maneira limitada (R$ 250 mil) pelo FGC.


Naturalmente, o Tesouro apresenta vantagem nesse quesito. Se você tiver um prejuízo acima do limite garantido pelo FGC, poderá perder dinheiro. Outro aspecto a ser considerado é a liquidez. Os CDBs com boa rentabilidade costumam oferecer liquidez somente na data de vencimento. Ou seja, você precisa esperar um prazo maior para fazer o resgate. Enquanto isso, os títulos do Tesouro apresentam liquidez diária.


Logo, se a intenção for investir sua reserva de emergência, o Tesouro Direto pode ser o caminho adequado por ter liquidez diária. Já se quiser diversificar a carteira e o prazo não for um problema, o CDB pode trazer maior potencial de ganhos.


É comum perceber que quem está pesquisando sobre o mercado de investimentos, provavelmente já se deparou muito com o termo “liquidez”. Mas, o que ele significa? Em geral, é um conceito bastante difundido no meio econômico e é normal que seja o primeiro termo no qual as pessoas têm contato inicial. No texto de hoje, vamos falar mais sobre o assunto.


Liquidez é um termo utilizado para se referir tanto à facilidade quanto à velocidade com que um ativo se converte em caixa, ou seja, dinheiro. Ele se aplica tanto àqueles bens que uma empresa ou pessoa possui quanto aos seus investimentos.


A liquidez diária nos investimentos é a característica principal de aplicações para curtíssimo prazo. Um investimento possui liquidez diária quando o processo de início de resgate e compensação na conta corrente ocorre em 24 horas. Existem dois investimentos de renda fixa e algumas dezenas de tipos de fundos de investimento que oferecem liquidez diária. Esses investimentos de renda fixa são o Tesouro Selic e os CDBs de curtíssimo prazo. Ambos garantem um rendimento próximo a 100% do CDI – o equivalente à taxa básica de juros.


No entanto, é válido mencionar que nem sempre quando um ativo pode ser transformado rapidamente em dinheiro significa que sua liquidez seja boa. Normalmente, qualquer bem ou investimento pode virar dinheiro rapidamente, porém muitos deles acabam perdendo valor nesse percurso.


Por isso, para ser considerado de boa liquidez, é preciso ter uma rápida conversão sem afetar o valor, como a poupança, por exemplo. Para resgatar suas aplicações, basta ir até o banco e sacar o dinheiro. Um imóvel, no entanto, não. Você leva meses para conseguir vender uma casa e, se quiser fechar negócio mais rápido, precisará baixar o preço.


No que diz respeito aos investimentos, uma liquidez alta geralmente vem acompanhada de riscos menores, mas de uma rentabilidade menor também. O contrário também é verdadeiro, ou seja, se a liquidez é menor, os riscos são mais altos, mas a rentabilidade é realmente muito atrativa. Isso acontece porque assumir o risco de uma liquidez baixa é o mesmo que a possibilidade de não conseguir negociar um ativo, a menos que o seu preço seja afetado.


Então, se você acha que precisará do dinheiro em curto prazo, procure investimentos com alta liquidez. Já se você tem recursos aos quais recorrer em tempos de crise, pode comprometer o capital com uma liquidez mais baixa, principalmente se isso significar um rendimento maior no longo prazo.





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