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O setor de varejo é um dos segmentos da bolsa que tem a ciclicidade ao seu favor. O chamado consumo cíclico está relacionado a produtos classificados como não essenciais, ou seja, que na sua grande maioria as pessoas conseguem viver sem.


Por conta disso, esse consumo tende a aumentar em momentos mais prósperos da economia, onde há maior fomento à demanda destes produtos. Neste caso, o contrário também torna-se verdadeiro. Em cenários de crise, o consumo desaquece e atinge diretamente os resultados do setor de varejo.


Sabendo disso, as empresas que mais se destacam na Bolsa de Valores e que compreendem o setor varejista são: Magazine Luiza (MGLU3), Via Varejo (VVAR3), Arezzo (ARZZ3) e Hering (HGTX3). Possuir essas ações na sua carteira de investimentos pode ser um bom negócio tanto a longo prazo quanto para quem se arrisca no Day Trade.


MAGAZINE LUIZA (MGLU3)


O Magazine Luiza é uma das maiores rede de varejo de eletrônicos e móveis, com mais de 60 anos de experiência no mercado. Atualmente, a Magazine Luiza opera com mais de 1.100 lojas físicas, além de sua crescente plataforma de e-commerce.


A Magazine Luiza (MGLU3) registrou um lucro líquido de R$ 206 milhões no terceiro trimestre de 2020, um desempenho 12,4% inferior ao reportado em igual período do ano passado. Mas o lucro líquido ajustado atingiu R$ 215,9 milhões, um crescimento de 69,6% comparado ao terceiro trimestre de 2019.


Via Varejo (VVAR3)


A Via Varejo (VVAR3) registrou lucro líquido de R$ 590 milhões no terceiro trimestre de 2020, revertendo prejuízo líquido de R$ 346 milhões no mesmo período do ano passado. De acordo com a empresa, o resultado foi impactado pelo desempenho da operação com excelente performance do e-commerce, a maior alavancagem operacional por conta do crescimento de receita e a forte diluição das despesas.


Lojas Renner (LREN3)


A Arezzo (ARZZ3) encerrou o terceiro trimestre deste ano com lucro líquido de R$ 27,9 milhões, queda de 21,3% na comparação com um ano antes, quando a varejista de moda havia somado R$ 35,5 milhões. Como aprendizado da pandemia, o canal de e-commerce da Arezzo disparou 172% no último trimestre, faturando a cifra de R$ 151, milhões, valor que representa 32,7% do faturamento da companhia no mercado interno.


Mesmo com a queda no lucro líquido, a empresa comprou a Reserva que ainda trará novas competências digitais e tecnologia que serão aplicadas na operação da Arezzo, explica a administração, após a compra da marca de vestuário estar em linha com a estratégia da Arezzo de ampliar sua plataforma de marcas. O Grupo Reserva conta hoje com 78 lojas próprias e 33 franquias e está presente em 1.500 clientes multimarcas. Em 2019, faturou cerca de R$ 400 milhões.


Hering (HGTX3)


A varejista de moda Cia Hering (HGTX3) obteve um lucro líquido de R$ 155,504 milhões referente ao terceiro trimestre deste ano, um salto de 142,5% ante mesmo período de 2019. Conforme a companhia, o desempenho foi puxado pela contabilização de créditos tributários de R$ 178,3 milhões. Já a margem líquida ficou em 60,3%, alta de 43,8 pontos percentuais em relação ao terceiro trimestre de 2019.

 
 

Fim de ano e as expectativas dos investidores é que a Bolsa de Valores suba e volta a patamares anteriores ao da pandemia. Mas o que os especialistas esperam para o mês de Novembro? No texto de hoje, vamos falar um pouco mais sobre isso e dar algumas dicas de ações para compor sua carteira de investimentos. Continue com a gente!

Opinião de especialista

Bruno Arruda, gestor da Gauss Capital, acredita que o mês de novembro será influenciado pelas eleições americanas, pela possibilidade de estudos finais do desempenho de algumas vacinas em fase III, pela BlackFriday e também pela continuidade do calendário de resultados.

Sendo assim, a atitude mais inteligente é optar por balancear a carteira de investimentos entre nomes menos ligados a economia doméstica e riscos políticos com nomes que se beneficiam da retomada de consumo dada a perspectiva positiva de vacina e desempenho na Black Friday.

Já Gabriel Ribeiro, analista da Necton Investimentos, afirma que iniciamos o mês com uma visão de moderado pessimismo. Por uma questão de preço, julgamos que na média os ativos se encontram atrativos. Porém, identificamos a presença de drivers de curto prazo que possam reverter dinâmica de forma drástica. Podemos ser surpreendidos positivamente em alguns aspectos, tanto internos como externos, como, por exemplo, no lado fiscal, com avanço das propostas de reformas estruturais, e por uma melhora do ambiente externo, principalmente em torno do avanço da covid-19 no continente europeu.

Sugestões de investimentos para o mês de Novembro

Vale (VALE3);

B3 (B3SA3);

Bradesco (BBDC4);

Petrobras (PETR4);

Banco do Brasil (BBAS3);

Gerdau (GGBR4);

Hapvida (HAPV3);

Via Varejo (VVAR3).

Pelo sétimo mês consecutivo, Vale é a companhia preferida dos analistas para investir em novembro, com nove recomendações. A expectativa por bons resultados da companhia é motivada, segundo a Elite Investimentos, pela desvalorização do câmbio, pela retomada da política de dividendos e pela manutenção da forte demanda da China, que sustenta os preços do minério acima dos US$ 100.

Segundo os analistas, no curto e no médio prazo, a companhia deve se beneficiar do aumento da produção de minério de ferro, enquanto, em um horizonte mais longo, a Vale deverá ter maiores flexibilidade operacional e exposição a produtos de minério de ferro de alto teor, cuja demanda deve ser impulsionada por uma economia de baixo carbono.

 
 

Segundo especialistas, o mês de Outubro é o mais incerto do ano para os investimentos. Em 2020, isso se concretizou por conta de diversos acontecimentos, tanto estrangeiros como nacionais, e pelo impacto que o coronavírus teve na economia global.

No exterior, os olhos se voltaram para as eleições norte-americanas, que foram disputadas em novembro entre o atual presidente Donald Trump e o democrata Joe Biden. O primeiro debate foi apenas o começo de uma campanha intensa, que deve mexeu com os mercados.

A preocupação com a segunda onda de COVID-19 também foi crucial para que as bolsas operassem em queda. Muitas regiões na Europa voltaram ao isolamento e isso refletiu no mundo todo, inclusive no Brasil.

Mas o que pressionou o Ibovespa para baixo nos últimos pregões de Outubro foi o cenário interno. A apresentação do novo programa social Renda Cidadã, a ser financiado pelo valor destinado a precatórios e parte do Fundeb, fundo para a educação básica, foi mal recebida pelo mercado.

A bolsa de valores (B3), no entanto, acabou fechando outubro no negativo, com menos 0,69%, depois de passar o mês contando bons ganhos. Segundo a XP Investimentos, o índice MSCI Global caiu -3,1% no mês, mas retrocedeu -7,5% desde o pico no dia 12 de outubro. Já a Europa caiu -5,2% em outubro e -8,2% desde o pico no mês. Nos EUA, o índice S&P500 caiu -2,8% no mês e -7,5% desde o pico, no início do mês.

No Brasil, o Ibovespa seguiu o movimento global ao final do mês, recuando -7,8% desde o pico em 22 de outubro, quando o índice atingiu 102 mil pontos. No entanto, no mês, a Bolsa brasileira caiu “somente” -0,7% em moeda local e -2,7% em dólares. Já o Real continuou perdendo valor em relação ao Dólar, e chegou ao patamar de R$5,80/USD (o maior nível desde maio, quando o Dólar atingiu o nível de R$5,90/USD) e fechou o mês em R$5,74/USD.

 
 
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