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A partir de agora todos os investidores brasileiros poderão ter acesso aos chamados BDRs, ativos que representam ações de empresas estrangeiras. Com a mudança autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), os Brazilian Depositary Receipts (BDRs) deixam de ser restritos a instituições financeiras e pessoas com mais de um R$ 1 milhão em investimentos.

A liberação dos BDRs foi bem recebida por boa parte do mercado, que busca novas formas de rentabilidade diante da queda dos juros. Entretanto, há muitas dúvidas sobre quando investir em ativos externos. No texto de hoje, vamos falar melhor sobre quando investir em BDRs. Continue com a gente.

Quando investir?

Antes de tomar a decisão de investir em BDRs, é importante fazer uma análise na sua carteira de investimentos atual. Como ela está? Você tem dinheiro em renda fixa para a reserva de emergência? Possui ações a curto e longo prazo? Entende como funciona o mercado brasileiro?

Se respondeu sim para todas essas questões, então o primeiro passo já foi dado. Mas se respondeu não, é melhor dominar o mercado brasileiro e ter uma carteira de investimentos diversificada e consolidada antes de partir para aventura no exterior.

Se você já tem uma carteira consolidada que te permite ir um pouco mais além, é hora de aprender sobre os BDRs antes de colocar seu dinheiro aí. Lembre-se que na bolsa de valores, seja em qualquer parte do mundo, conhecimento é poder e permite traçar estratégias que podem alcançar resultados mais rápidos.

Dentro dessa gama de conhecimento sobre o assunto, é fundamental saber sobre como funciona o investimento, seus riscos, se utiliza de paridade, qual a tributação, se possui dividendos e se gera liquidez. Esses pontos podem te ajudar a decidir se vale ou não a pena investir levando em consideração seu contexto de vida.


 
 

No mercado financeiro existem muitos termos mais técnicos e siglas que podem muito confundir investidores, principalmente os iniciantes. Um deles é o BDR, que é a abreviação para Brazilian Depositary Receipt, também citado algumas vezes como Certificado de Depósito de Valores Mobiliários (CDVM). Mas o que são BDRs? No texto de hoje, vamos falar um pouco mais sobre essa sigla que vem ganhando espaço entre os investidores brasileiros. Continue com a gente!

O que são BDRs?

Segundo o site da InfoMoney, os BDRs são certificados que representam ações emitidas por empresas em outros países, mas que são negociados aqui, no pregão da Bolsa de Valores brasileira, a B3. É como se fossem valores mobiliários lastreados em papéis de companhias estrangeiras e, a partir de setembro de 2020, também brasileiras.

Como funcionam?

Quem adquire um BDR não compra diretamente as ações da empresa no exterior. Em vez disso, investe em títulos representativos desses papéis. Essas ações existem de fato lá fora, e precisam ficar depositadas e bloqueadas em uma instituição financeira que atua como custodiante – ou seja, que faz a guarda delas.

Já quem assegura o funcionamento de todo esse sistema é também uma instituição financeira, chamada de depositária, que é a responsável por emitir os BDRs no Brasil. Na prática, para que um BDR seja negociado na B3, primeiro é preciso que a instituição depositária compre as ações da empresa no exterior. Esses papéis devem ser mantidos depositados em uma conta em uma instituição custodiante.

O passo seguinte da instituição depositária é registrar um programa de distribuição de BDRs junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Então, poderá emitir os recibos localmente, sempre atentando para que não aconteça um descasamento entre o número de ações mantidas no exterior e o dos BDRs negociados por aqui.

Também é papel da instituição depositária cumprir as exigências específicas regulatórias relacionadas à emissão dos BDRs e divulgar as informações exigidas pela CVM sobre a empresa. Em junho de 2020, havia cerca de 550 BDRs disponíveis para negociação na B3. Algumas empresas emissoras são Apple (AAPL34), Amazon (AMZO34), Netflix (NFLX34), entre outras.

Riscos

É claro que existe um risco associado aos investimentos em BDR, assim como acontece com qualquer outra modalidade. Por estarem atreladas às ações, aplicações desse tipo estão sujeitas à volatilidade que é característica desse mercado.

Isso porque, quando falamos em bolsa de valores, fica impossível realizar projeções de ganhos completamente confiáveis. O preço dos títulos se move de acordo com as oscilações da economia global e também do país no qual a empresa está sediada.

Para remediar esse mal, não existe mistério: é necessário estudar bem a companhia em que pretende investir e avaliar o seu histórico de desempenho minuciosamente para ver como os papéis têm se comportado. A oscilação do mercado, que acabamos de destacar, pode também ter reflexos negativos no câmbio. Ou seja, em caso de desvalorização do dólar frente o real, diminui a rentabilidade da aplicação.

 
 

É praticamente impossível saber por completo sobre todos os investimentos, qual a rentabilidade? Qual o risco? Vencimento? E para ajudar o investidor algumas empresas oferecem um serviço diferenciado, como o App Renda Fixa, por exemplo, que ajuda o usuário a encontrar as melhores rentabilidades do mercado em títulos de renda fixa.

No entanto, existem ainda outras empresas que auxiliam de outra forma, uma delas são as agências de classificação de risco de crédito (do inglês credit rating agency), ou agências de rating. No texto de hoje, vamos falar mais sobre o rating e como ele funciona no mercado financeiro.

O que é

O rating (em português, chamado de classificação de risco, nota de risco ou classificação de crédito) é o nome dado ao método que avalia o valor de crédito de empresas, bancos e países. Essa nota, ou classificação, busca mostrar aos potenciais credores ou investidores como é a solidez e a saúde financeira daquele agente econômico. Em outras palavras, tenta mostrar o risco de esse agente não conseguir honrar com seus compromissos financeiros ao longo do tempo.

Vale destacar, ainda, que a nota atribuída por uma agência não é definitiva. Afinal, é perfeitamente possível que ocorram mudanças no quadro financeiro de companhias e de países ao longo do tempo.

Como funciona

Essa classificação deve ser realizada sempre por uma agência de classificação de risco. E apesar de existirem várias dessas ao redor do mundo, existem três principais, que são:

● Standard & Poor’s (S&P);

● Fitch;

● Moody’s.

Para que alguma dessas big three possam emitir um parecer e uma nota para as empresas, bancos e países, elas consideram diversos aspectos econômicos e políticos. Sendo que todos esses pontos influenciam diretamente no risco do agente. Em relação aos aspectos utilizados para calcular um rating, estão:

● Taxa de juros;

● Fluxo de caixa;

● Nível de alavancagem;

● Contexto político do país;

● Solidez do balanço patrimonial;

O resultado é a identificação do emissor em uma escala de A a D (variando de acordo com a agência), que o classifica como detentor de um grau de investimento (expectativa de crédito positiva) ou de um grau de especulação (expectativa de crédito negativa).Projeções de resultados futuros.

 
 
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